As férias com as netas continuam. Vamos aproveitando este tempo livre sem horários nem obrigações. Mais uns dias e as rotinas voltam. Fica a foto de um pôr de sol no céu algarvio.
segunda-feira, 23 de agosto de 2021
POR CÁ
As férias com as netas continuam. Vamos aproveitando este tempo livre sem horários nem obrigações. Mais uns dias e as rotinas voltam. Fica a foto de um pôr de sol no céu algarvio.
quarta-feira, 18 de agosto de 2021
Ontem dizia à neta mais nova:
És muito protetora!
Resposta:
Não te esqueças que ainda tenho uma avó mais protetora do que eu.
(E com esta resposta calou-me)
De resto os dias vão decorrendo com normalidade. Muito calor, a água do mar continua com muitas algas, muitas pessoas de férias (para evitar confusões vou ao super mercado logo às 8 horas da manhã). Temos saído pouco, vamos à praia e pouco mais. Às vezes jantamos cedo e ao final do dia vamos passear pela marginal, mas tem de ser cedo para evitar a multidão que se junta lá mais tarde. As pessoas andam demasiado descontraídas uma grande maioria sem máscara e eu tento evitar o mais possível lugares com muitas pessoas. É aborrecido mas tem de ser.
quinta-feira, 12 de agosto de 2021
ALGAS
O mar desta zona está cheio de algas. Saímos do mar (a água já está com uma temperatura agradável) e é algas por todo o lado mas o pior mesmo é nos cabelos. Ontem levei cerca de uma hora (entre lavagem, aplicação de creme seguida de passagem com escova) a retirar algas do cabelo da mais nova. Ela estava tão horrorizada com as algas no cabelo que nem reclamou nem do tempo nem da escova. É que é mesmo difícil retirar até porque ela tem o cabelo bastante comprido.
terça-feira, 10 de agosto de 2021
FÉRIAS
O fim de semana foi passado com toda a família. No domingo ao final da tarde a filha e o genro tiveram de voltar para a sua casa e eu fiquei na minha com as netas e uma amiga da neta mais velha. Nem sempre é fácil gerir os gostos das mais velhas e da mais nova mas lá vou conseguindo. Ontem as mais velhas queriam ir passear e comer um gelado mas sozinhas, primeiro estive para dizer que tinham de levar a mais nova mas depois lembrei-me de quando era adolescente e tinha de "gramar" com os irmãos mais novos (meus e das minhas amigas). A mais nova foi para a praia comigo e as outras lá foram para o seu tão desejado passeio. À noite estavam as três felizes e fartaram-se de cantar. Por volta das 22Horas pedi para pararem com as cantorias e foram para a sala ver TV.
A desarrumação da casa é mais que muita mas faço-me de cega. À vezes também faço-me de surda.
A água do mar continua fria e cheia de algas.
E é isto.... Que venham muitos dias assim.
quarta-feira, 4 de agosto de 2021
FINALMENTE
sábado, 26 de junho de 2021
DO TEMPO QUE NÃO VOLTA
Hoje a caminho da praia e com o saco com algum peso dei por mim a pensar nas minhas idas à praia quando era bastante mais nova (adolescente). Nesse tempo levava para a praia apenas a toalha de praia. Não me lembro bem, mas parece-me que nem relógio levava. Chaves não era preciso, havia sempre alguém em casa, proteção solar, nem se falava nisso, sendo que a melhor proteção era mesmo a água do mar. Estava sempre a entrar e a sair do mar e isso servia de proteção. Porta moedas com alguns trocos não era preciso pois nessa altura não existiam bares de apoio à praia. Telemóvel era coisa que nem nos nossos sonhos existia, lanchinho para a praia não fazia falta, pois a hora do almoço era para ser respeitada, portanto a manhã de praia não se prolongava pela tarde dentro. Garrafa de água também não levava, enfim nada fazia falta e não sentia a falta de nada. Sempre gostei de ler mas também não levava nenhum livro para a praia. Na praia era mesmo para estar com a família e os amigos. A entrar e a sair do mar, a passear pela praia, a "lavar" a vista olhando para algum rapazinho giro. Sabíamos que era a hora de voltar para casa quando víamos os mais velhos sair da praia e aí fazíamos o mesmo. Se houvesse alguma fome, era só parar na fazendo do avô e comer meia dúzia de figos docinhos a maior parte das vezes apanhados no chão debaixo da figueira. Nunca adoeci por causa desse hábito, assim como de comer uvas apanhadas da videira sem passar por água. Era uma terra limpa e sem poluição. A fruta era o mais saudável possível.
Hoje com um saco com o mínimo de coisas que considero indispensável, mas ainda assim com algum peso, lembrei-me desses anos de juventude em que tudo era simples e sem complicações.
Praia do Porto Santo





