sexta-feira, 15 de junho de 2018

NOVA LEITURA

Na verdade o que eu queria comprar era "As vinhas de la Templanza" o último livro da mesma escritora. Não encontrei mas havia este, que desconhecia, e ainda por cima estava com 50% de desconto. Claro que veio logo comigo. Já comecei a leitura e estou a gostar bastante. 

terça-feira, 12 de junho de 2018

HOJE

Hoje dia 12-6 consegui pela primeira vez deste ano que corre calçar uns sapatos sem meias. Ainda pensei numas sandálias mas com uns pés tão brancos optei por uns sapatos fechados. De todos os modos o tempo já está mais quente. A manhã esteve cinzenta mas no ar já se sentia um calorzinho bem agradável. 
Estou mesmo a precisar de dias bonitos e de calor.

domingo, 10 de junho de 2018

BOM DIA

                                                                 Na minha varanda

Quem acordou relativamente cedo teve a sorte de ver uma linda manhã de verão. Céu azul e sol a brilhar. Que bom!
Mas foi sol de pouca dura. As nuvens surgiram, o sol desapareceu e voltamos ao mesmo. Uma manhã triste. Agora vou até à beira mar. Só para andar um bocado e tomar mais um café.

sábado, 9 de junho de 2018

FOBIAS / MEDOS

Infelizmente quase todas as pessoas têm as suas fobias e medos.
Eu tenho várias. Algumas grandes, outras mais leves mas aborrecidas na mesma.
Uma delas é não gostar de passear por parques.
E não passeio mesmo, só quando preciso  é que me atrevo a atravessar um parque e ainda assim vou adiando o dia para o fazer até que resolvo que tem de ser e não adianto  nada estar a adiar.
Na sexta feira tive de o fazer. Para ir a um determinado sítio o mais fácil seria atravessar um parque. É um parque agradável, seguro e com pessoas a praticar desporto. Ainda assim sinto-me sempre desconfortável. Na minha cabeça só me aparecem pensamentos de roubos, violações e assassinatos (podem dizer que eu estou maluca).
Claro que correu tudo bem. Suspirei de alívio depois de resolvido o problema que me levou a atravessar o parque. Espero que tão cedo não precise de o fazer.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

DO TEMPO

Nunca o tempo interferiu tanto no meu bem estar psicológico como nos últimos tempos.
O fim do Inverno foi rigoroso e continuou pela Primavera. Dias e dias de frio, de vento e de céu escuro tudo isto me afectava pela negativa. Tirava-me a vontade de sair, de me arranjar de ser eu. Só com uma grande força de vontade saía para a minha caminhada habitual e para o meu café no sítio de costume. E agora a poucos dias do verão continua no mesmo. Claro que o frio já não é com a mesma intensidade mas também os dias não estão agradáveis. Parece-me que não chegaram a meia dúzia o número de dias bonitos nesta Primavera. Hoje o sol não apareceu e de bocado a bocado o vento sopra com alguma agressividade. Sei que por outros lados está pior.
Estou cansada deste tempo. Não me apetece sair nem sequer arranjar-me. Travo uma luta comigo própria para o fazer. 
Preciso desesperadamente de sol e calor.

sábado, 2 de junho de 2018

FLORES

Quando estive na Madeira entre as muitas flores e plantas que vi, encontrei uns canteiros com umas malvas/sardinheiras muito bonitas. Entre elas umas de cor branca (e não sou grande admiradora de flores brancas) mas estas eram lindas
Apanhei uma raminho que viajou comigo até casa. Chegou um bocado maltratado e quando o plantei as esperanças eram poucas. Dias depois tinha o raminho seco. Fiquei triste mas não admirada. Só que no início desta semana começaram a aparecer umas duas folhinhas verdes. Agora é esperar que estas folhinhas  cresçam e me ofereçam um vaso cheio de flores. 

domingo, 27 de maio de 2018

BOCAS DE PEIXE/SAPO

Eu chamo-lhes bocas de peixe mas há quem as conheça por bocas de sapo.
São umas flores muito simples e com um cheiro muito bom e fazem-me lembrar a minha infância e o Porto Santo. A minha Mãe tinha no nosso desorganizado jardim estas flores, as tias tinham no seu cuidado jardim estas flores.
Há anos comprei no mercado local 2 vasos destas plantas. O de cima e mais um outro cujas flores são de um cor de rosa vivo. Todos os anos florescem. Depois as flores murcham, secam e ficam dois vasos escondidos no meio dos outros à espera da próxima Primavera. 
E todos os anos a mesma dúvida, será que deveria passar estas plantinhas para um vaso maior? Parece-me que com mais espaço se desenvolveriam melhor. E qual seria a época certa para esta mudança? Quando estão a florir ou quando já estão secas? 
Amigas entendidas em flores, digam-me como fazer.
As lembranças que eu tenho das da minha casa de menina era que a minha Mãe não lhes fazia nada.  Simplesmente esperava. E tal como estas no tempo certo elas voltavam a florir. Cheias de força. Mas estamos a falar de plantas que não estavam em vasos e tinham muita terra à sua volta. Bastava-lhes a rega ao fim da tarde.