segunda-feira, 24 de agosto de 2020

POR CÁ

 Esta quinzena, ao contrário dos últimos meses recebeu bastantes visitantes de férias.

O comércio local precisa e agradece.

Compreendo que as pessoas precisem de férias e de mudar de ares. De se prepararem para mais um ano de trabalho que não sabemos como será.

Que as esplanadas e afins fiquem lotadas e as pessoas sem máscaras estejam todas no bem bom, é um problema delas (mas também da saúde pública). Se me sinto incomodada simplesmente não vou, assim como nesta última semana não fui à praia. Mas eu preciso de sair para comprar comida. E há tanta gente à volta desses espaços que seria de bom tom terem a decência de usarem máscara. No sábado andei que nem uma doida no meio da rua a fugir dos "sem máscara". Será que custa assim tanto usarem uma porcaria de uma  máscara principalmente nos sítios onde está mais pessoal?

Sou bastante cuidadosa. Queria ter ido de férias ao Porto Santo e não fui . Achei que aeroportos e aviões não são lugares lá muito seguros. Ninguém está seguro. Mas custa-me ver esta gente na maior sem ao menos se preocuparem com a colocação de  uma máscara.

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

COISAS QUE NÃO PERCEBO

 Sim eu sei que as pessoas têm de continuar com as suas vidas, tanto no trabalho como no seu dia normal.

O que não percebo é que para irem fazer as suas compras de alimentação seja necessário irem tipo excursão. Vai o pai, vai a mãe, vai o sogro, vai a sogra, vai a madrinha, vão as criancinhas e só não vai o periquito porque pode fugir. E fazem-se filas por causa desta palermice. Ora isto em tempo de férias era normal, mas agora que se pedem cuidados extras sempre pensei que as pessoas fossem um pouco mais conscientes. Mas não. Por causa desta treta comprei o pão e fugi a sete pés. Penso que até ao final do mês para comprar alguma coisa vou ter de ir logo as 7 Horas da manhã. Raios partam esta canalha inconsciente.

Nesta fase temos de ser conscientes. Não correr riscos desnecessários. Não fazer nem receber convites. Vamos falando pelo telefone. Os amigos percebem. Os outros que se danem.....

terça-feira, 18 de agosto de 2020

VOLTEI

 Depois de umas férias em família numa aldeia do Oeste estou de  novo em casa. As netas claro que aproveitam mais estes dias até a reabertura das aulas lá para Setembro.

A estadia na aldeia foi muito tranquila. Ficamos alojados uma casa do século XIX mas totalmente recuperada embora mantendo a traça antiga. Não sendo uma casa super gira posso dizer que tinha um certo charme.

As miúdas adoraram a piscina. 

A Aldeia era super calma, poucas pessoas na rua, foi muito bom para descansar e estarmos tranquilos.

Agora já pelo sul a praia que frequento está tranquila mas anda muita gente pelas ruas pelo que só saímos para ir até à praia e pouco mais. 








quarta-feira, 22 de julho de 2020

POR CÁ

Isto de ficar só com as netas durante as férias delas é muito bom mas também é complicado. Há aquelas coisas chatas que se resolvem, mas se toca a qualquer tipo de doença fico logo preocupada e nervosa. A mais nova começou a queixar-se que lhe doía o ouvido na parte de trás. Telefonei para a filha e a resposta foi: Isso deve ser uma utitezita, dá-lhe um Benuron e se não passar Brufen. Dei o Benuron mas aqui a tonta resolveu ir consultar o Dr. "Google". Fiquei em pânico com o que li. Passei a noite quase sem dormir a espreitar  se estava tudo bem com ela. No dia seguinte como a dor não passava (atenção, ela não tinha febre e estava bem, só que de bocado a bocado lá vinha a queixa) levei-a a uma clínica para ser examinada por um otorrinolaringologista. O tímpano estava perfeito mas o canal estava irritado e com uma ligeira infecção. Tratamento: gotas e Brufen. Nada de praia e mergulhos no mar. Estamos em casa vai fazer 2 dias e elas já estão fartas. 
Estas miúdas metem-se no mar e ficam, ficam e ficam. E mergulham constantemente. E depois dá nisto.
E eu fico nervosa. O meu sistema nervoso não está bem. Foram anos a viver sempre em stress. E ainda não recuperei.
Felizmente ela já não se queixa o que me deixa mais tranquila.

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Todos os dias penso no blog e em vir escrever qualquer coisa. Mas depois o tempo passa e nada.
Os afazeres, este calor ( e atenção que eu gosto de calor, mas tem estado de mais) deixam-me sem energia, fazendo o apenas  estreitamente necessário. Entre o estreitamente necessário está a comida.
E com duas miúdas em casa (que têm sempre fome) eu já nem sei o que fazer. Ou é por que a comida é boa mas para o Inverno, ou porque é peixe, e não gostam disto e mais disto. Esquisitices! Em casa dos pais gostam e comem de tudo.
Tendo carne assada  congelada, há dias lembrei-me dos croquetes da Nina (O meu pensamento viagem). Resolvi experimentar para variar um bocado. A mais velha gostou, a mais nova disse que gostava mais dos bolinhos de carne que eu costumo fazer.
Entretanto, tenho feito bacalhau à Brás, almôndegas. empadão, peixe cozido com legumes, filetes de peixe, bolonhesa e chegada aqui a minha imaginação bloqueou. Sugestões precisam-se.
Os croquetes. Os da Nina estavam mais bem apresentados. Mas estes também estavam bons.






quinta-feira, 9 de julho de 2020

FÉRIAS

Estas férias com as netas estão a ser diferentes das habituais férias de verão.
Nos anos anteriores, além da praia, fazíamos outras coisas. Saíamos ao final da tarde para um jantar ou um gelado e passear pela avenida. Quando não apetecia praia, íamos até à capital algarvia passear pelo centro, almoçar por lá e fazer umas comprinhas. Este ano tem sido praia e pouco mais. Não me sinto confortável para ir para lugares muito frequentados. Por elas e por mim. E elas compreendem e aceitam. Mas faz-me pena elas não aproveitarem as férias tal como estão habituadas.

domingo, 5 de julho de 2020

CONSTATAÇÃO

Eu sou aquela pessoa que preciso estar rodeada de paz e serenidade para me sentir bem. Estar junto de pessoas  que estão sempre de mal com a vida é meio caminho andado  para eu ficar stressada e cansada. Claro que todos nós temos problemas e desgostos e isso eu compreendo e estou pronta a ouvir e a ajudar.
Agora aquelas pessoas tóxicas que estão sempre com cara de quem lhes deve tudo e ninguém lhes paga, fujo delas a "sete pés".
A minha paz de espírito é demasiado importante para a perder com pessoas que nunca estão satisfeitas.
E sabe Deus a falta que tenho de me sentir calma e serena. Coisa que vou conseguindo com algum esforço. Foram tempos difíceis e que vou tentando ultrapassar. Um dia de cada vez.