sexta-feira, 17 de julho de 2020

Todos os dias penso no blog e em vir escrever qualquer coisa. Mas depois o tempo passa e nada.
Os afazeres, este calor ( e atenção que eu gosto de calor, mas tem estado de mais) deixam-me sem energia, fazendo o apenas  estreitamente necessário. Entre o estreitamente necessário está a comida.
E com duas miúdas em casa (que têm sempre fome) eu já nem sei o que fazer. Ou é por que a comida é boa mas para o Inverno, ou porque é peixe, e não gostam disto e mais disto. Esquisitices! Em casa dos pais gostam e comem de tudo.
Tendo carne assada  congelada, há dias lembrei-me dos croquetes da Nina (O meu pensamento viagem). Resolvi experimentar para variar um bocado. A mais velha gostou, a mais nova disse que gostava mais dos bolinhos de carne que eu costumo fazer.
Entretanto, tenho feito bacalhau à Brás, almôndegas. empadão, peixe cozido com legumes, filetes de peixe, bolonhesa e chegada aqui a minha imaginação bloqueou. Sugestões precisam-se.
Os croquetes. Os da Nina estavam mais bem apresentados. Mas estes também estavam bons.






quinta-feira, 9 de julho de 2020

FÉRIAS

Estas férias com as netas estão a ser diferentes das habituais férias de verão.
Nos anos anteriores, além da praia, fazíamos outras coisas. Saíamos ao final da tarde para um jantar ou um gelado e passear pela avenida. Quando não apetecia praia, íamos até à capital algarvia passear pelo centro, almoçar por lá e fazer umas comprinhas. Este ano tem sido praia e pouco mais. Não me sinto confortável para ir para lugares muito frequentados. Por elas e por mim. E elas compreendem e aceitam. Mas faz-me pena elas não aproveitarem as férias tal como estão habituadas.

domingo, 5 de julho de 2020

CONSTATAÇÃO

Eu sou aquela pessoa que preciso estar rodeada de paz e serenidade para me sentir bem. Estar junto de pessoas  que estão sempre de mal com a vida é meio caminho andado  para eu ficar stressada e cansada. Claro que todos nós temos problemas e desgostos e isso eu compreendo e estou pronta a ouvir e a ajudar.
Agora aquelas pessoas tóxicas que estão sempre com cara de quem lhes deve tudo e ninguém lhes paga, fujo delas a "sete pés".
A minha paz de espírito é demasiado importante para a perder com pessoas que nunca estão satisfeitas.
E sabe Deus a falta que tenho de me sentir calma e serena. Coisa que vou conseguindo com algum esforço. Foram tempos difíceis e que vou tentando ultrapassar. Um dia de cada vez.

sábado, 27 de junho de 2020

POR CÁ

Está calor, mas também vento.
A água do mar continua geladinha.
A praia continua com poucas pessoas o que me dá uma certa segurança.
Tenho saído para os meus afazeres necessários e para andar um bocado.
Tenho entrado na pastelaria habitual para o meu café. Mas sem fazer sala, É beber o café e sair.
Não tenho convivido com ninguém, fora da minha família.
Não são tempos normais. Mas é a minha normalidade nestes tempos difíceis.
E sim entristece-me ver tudo diferente do que era.

quinta-feira, 18 de junho de 2020

LIVROS

Hoje estive a arrumar livros.
Livros da minha filha quando era miúda e que eu sempre pensei que um dia também seriam lidos pelos filhos/as dela.
Acontece que as minhas netas que sempre conviveram com livros não gostam de ler. Apenas os livros que fazem parte do programa escolar são lidos e com grande dificuldade.
Depois dei comigo a pensar, será que eu e a minha filha gostaríamos tanto de ler se tivéssemos tido as facilidades que os miúdos têm hoje em termos de TV e Net? 
No que me diz respeito criada numa ilha pequena a telefonia só entrou em minha casa teria eu uns 5 ou 6 anos. Televisão só passados muitos mais anos. Portanto os livros era tudo o que havia para passar o tempo. Comecei a ler muito cedo. Com 13/14 anos lia os livros do Sandokan, da colecção azul, depois foram as fotonovelas e os livros de Corim Tellado. Lixo, dirão alguns, mas o vício da leitura ficou.  Mais tarde descobri o Eça. E o Júlio Dinis e outros. E nunca parei de ler.
A minha filha já foi doutro tempo, a televisão já existia (o primeiro e o 2 canal) a escolha não era muita, mas depois os livros sempre a acompanharam. Agora lê menos porque o tempo não dá para tudo mas continua a gostar de ler. 
Mas a pergunta fica no ar, principalmente no que me diz respeito. Será que se eu fosse uma menina deste século com tanta oferta visual, iria querer dar-me ao trabalho de ler? Sinceramente não sei responder.
Mas sei que com a minha idade um livro é uma boa companhia e a certeza de passar um tempo de qualidade.

segunda-feira, 15 de junho de 2020

EM CASA

Mesmo gostando muito de estar em casa da filha, a minha casa é a minha casa. E eu já tinha muitas saudades. E isto não quer dizer que daqui por uns dias não esteja a dizer que estou cheia de saudades das minhas meninas.
Aproveitando os feriados da última semana viemos todos para aproveitar o sol e a praia. Por agora a praia é segura, poucas pessoas e a respeitarem a distância pedida. Na zona dos toldos também as distâncias são respeitadas. Apesar do sol o vento que se fez/faz sentir tornou a praia um bocado fria e desagradável. Ainda assim deu para ficar com uma "corzita".  Aqui nota-se que as pessoas têm alguns cuidados o que me deixa um bocado menos nervosa. Mas não sou capaz de me sentar numa esplanada e ficar sossegada e a sentir-me bem. Até porque as esplanadas que vi não estão a respeitar as regras do distanciamento. 
A verdade é que tenho estado quase em isolamento total convivendo apenas com o núcleo familiar. Quebrei a regra uma vez para ir ao cabeleireiro. 
Desde que cá estou saí para comprar pão, legumes e ir à praia. Sempre com máscara e a afastar-me das pessoas. É triste mas para nossa segurança é o melhor que temos a fazer.
Hoje não saí. Além de ter muitas coisas para fazer em casa também estava à espera de uma encomenda de café. 
Praticamente só agora me sentei. 

segunda-feira, 1 de junho de 2020

DIA DA CRIANÇA

As minhas meninas hoje estão tristes. Têm-se lembrado muito do colégio, das actividades deste dia e dos amigos.