Que dizer de uma empresa completamente "de rastos" e á deriva
que nos últimos dois anos a Administração / Direcção, não fez nada
para modernizar e rentabilizar a dita empresa a não ser a colocação
de um livro de ponto para que os funcionários cumpram rigorosamente
os horários de entrada e saida?
Devo dizer que quando esta empresa trabalhava a 98%/100% todos os
funcionários cumpriam com as suas obrigações, fazendo mesmo muitas
horas extras nos dias de maior movimento, horas essas que sempre fo-
ram pagas em tempo nos meses de Inverno quando o trabalho era bem
menor. Nunca nada ficou por fazer e tudo corria sempre bem e nesses
anos gloriosos não havia livro de ponto. (talvez não interessasse)
Agora que a empresa "está doente" e quando era esperado que se pro-
curassem outros mercados e outras vias para a empresa voltar a fun-
cionar a Direcção/Administração preocupa-se com a colocação do dito
livro e com os horários de entrada e saida dos funcionários.
Fàcil, não?
sexta-feira, 11 de julho de 2008
terça-feira, 8 de julho de 2008
PREGUIÇA
Nem sequer sei se é preguiça, o que sei é que não consigo fazer
mais de metade das coisas que penso e quero fazer. Tal como
escrever no blogue. Durante o dia penso no que quero escrever
(notas, ideias, memórias etc. ) Depois chego a casa oriento as
coisas para o dia seguinte e pronto, lá se foi a vontade de escrever.
Os afazeres de casa, aqueles que de facto não são urgentes também
vão sendo adiados e as coisas vão andando assim. Depois os dias de
descanso não dão para nada. Claro que as 2 ou 3 horinhas de praia
também ajudam a atrasar as coisas, mas sabem tão bem. Aí descanso
mesmo. Acho que no fundo o que preciso mesmo é de FÉRIAS, férias
essas que não sei onde e quando serão.
mais de metade das coisas que penso e quero fazer. Tal como
escrever no blogue. Durante o dia penso no que quero escrever
(notas, ideias, memórias etc. ) Depois chego a casa oriento as
coisas para o dia seguinte e pronto, lá se foi a vontade de escrever.
Os afazeres de casa, aqueles que de facto não são urgentes também
vão sendo adiados e as coisas vão andando assim. Depois os dias de
descanso não dão para nada. Claro que as 2 ou 3 horinhas de praia
também ajudam a atrasar as coisas, mas sabem tão bem. Aí descanso
mesmo. Acho que no fundo o que preciso mesmo é de FÉRIAS, férias
essas que não sei onde e quando serão.
domingo, 29 de junho de 2008
FÉRIAS
Hoje sentada á beirinha do mar percebi a minha grande
necessidade de umas férias de verão. Férias de verão
com muito sol, muita praia, muitos jantares fora, esque-
cendo por completo a rotina do dia a dia ou seja trabalho,
casa, limpezas, comida etc etc.
E pensamento atrás de pensamento fui ter ás minhas
últimas férias de verão que até hoje considero as melhores
da minha vida. Foram umas férias super simples e hoje
qualquer miúda que tivesse as mesmas férias chegaria ao
fim das mesmas a dizer que as férias tinham sido uma
grande "seca", mas nos finais dos anos 60 já se poderiam
considerar óptimas. De manhã praia, depois do almoço
uma horinha de sono, depois ir até á vila passear e comer
um gelado. Regresso a casa para jantar e depois vila de
novo.Não haviam bares nem discotecas mas faziam-se
bailaricos mesmo ao ar livre ao som do gira-discos ou
então com um bocado de sorte havia um "conjunto de
garagem" a tocar as músicas da moda. Nesse ano as
músicas de verão eram o"Yellow river" e o "Summer-
time", portanto estas músicas sem serem as que eu mais
gosto são as que melhores recordações me trazem.
Depois haviam as festas religiosas com animação no
exterior, uma banda a tocar e ao final da noite fogo de
artifício. Haviam barraquinhas onde se podia comprar
a carne para a espetada e que depois era assada por nós
próprios nas fogueiras feitas para esse fim. (Graças a
Deus a ASAE ainda não tinha nascido.) Estas festas co-
meçavam com o S.Pedro em Junho e depois prolonga-
vam-se pelos meses de Julho e Agosto. Eram as do Es-
pirito Santo, do Senhor, de Nossa Senhora da Graça, de
nossa Senhora da Piedade. Quando as festas não eram
na Vila eram no Campo, mas não se podia perder nenhu-
ma.
Depois comecei a trabalhar e deixei de ter férias no verão.
Continuo a fazer praia (numa outra) nos dias de descanso,
mas férias no verão nunca mais as tive.
Sinto necessidade de voltar ás minhas origens (não de
maneira definitiva) e voltar a ter casa lá começa a ser
uma prioridade. A ver vamos.
necessidade de umas férias de verão. Férias de verão
com muito sol, muita praia, muitos jantares fora, esque-
cendo por completo a rotina do dia a dia ou seja trabalho,
casa, limpezas, comida etc etc.
E pensamento atrás de pensamento fui ter ás minhas
últimas férias de verão que até hoje considero as melhores
da minha vida. Foram umas férias super simples e hoje
qualquer miúda que tivesse as mesmas férias chegaria ao
fim das mesmas a dizer que as férias tinham sido uma
grande "seca", mas nos finais dos anos 60 já se poderiam
considerar óptimas. De manhã praia, depois do almoço
uma horinha de sono, depois ir até á vila passear e comer
um gelado. Regresso a casa para jantar e depois vila de
novo.Não haviam bares nem discotecas mas faziam-se
bailaricos mesmo ao ar livre ao som do gira-discos ou
então com um bocado de sorte havia um "conjunto de
garagem" a tocar as músicas da moda. Nesse ano as
músicas de verão eram o"Yellow river" e o "Summer-
time", portanto estas músicas sem serem as que eu mais
gosto são as que melhores recordações me trazem.
Depois haviam as festas religiosas com animação no
exterior, uma banda a tocar e ao final da noite fogo de
artifício. Haviam barraquinhas onde se podia comprar
a carne para a espetada e que depois era assada por nós
próprios nas fogueiras feitas para esse fim. (Graças a
Deus a ASAE ainda não tinha nascido.) Estas festas co-
meçavam com o S.Pedro em Junho e depois prolonga-
vam-se pelos meses de Julho e Agosto. Eram as do Es-
pirito Santo, do Senhor, de Nossa Senhora da Graça, de
nossa Senhora da Piedade. Quando as festas não eram
na Vila eram no Campo, mas não se podia perder nenhu-
ma.
Depois comecei a trabalhar e deixei de ter férias no verão.
Continuo a fazer praia (numa outra) nos dias de descanso,
mas férias no verão nunca mais as tive.
Sinto necessidade de voltar ás minhas origens (não de
maneira definitiva) e voltar a ter casa lá começa a ser
uma prioridade. A ver vamos.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
DESILUSÂO
Irrita-me que esses foleirosos e pessimistas tivessem razão
no que diz respeito á nossa Selecção. Agora vai ser ouvi-los
todos contentes porque não conseguimos chegar mais á frente.
Afinal eles é que tinham razão em não acreditar.
Eu tenho pena.
no que diz respeito á nossa Selecção. Agora vai ser ouvi-los
todos contentes porque não conseguimos chegar mais á frente.
Afinal eles é que tinham razão em não acreditar.
Eu tenho pena.
domingo, 15 de junho de 2008
FIM DE SEMANA EM FAMILIA
Como no dia de Santo António é feriado em Lisboa tive a
sorte de ter a S. a P. e o S. a passarem o fim de semana cá
em casa. Eu própria como não trabalhei nem sábado nem
domingo acompanhei-os mais e aproveitei a companhia para
passear e ir até á praia.
A P. está girissima e esperta que se farta. Foi muito bom
acompanhar os seus primeiros dias de praia. A areia faz-lhe
um pouco de confusão nos pés, mas em contrapartida adorou
a água do mar (mesmo fria) e ainda tomou um belo banho ao
colo do papá. Depois ficou na toalha a brincar com o baldinho
e as outras coisinhas da praia encantada e feliz da vida.
Em casa não fica um minuto sossegada,gosta de ver tudo e
tudo lhe serve de brincadeira desde garrafões de água vazios
até ás molas da roupa. Adora brincar na varanda e se percebe
que alguém vai á rua é a primeira a ir para a porta.
Está mesmo muito muito querida.
Agora já vão a caminho de Lisboa. A casa voltou a ficar triste
e silenciosa e eu já sinto saudades, saudades e mais saudades.
sorte de ter a S. a P. e o S. a passarem o fim de semana cá
em casa. Eu própria como não trabalhei nem sábado nem
domingo acompanhei-os mais e aproveitei a companhia para
passear e ir até á praia.
A P. está girissima e esperta que se farta. Foi muito bom
acompanhar os seus primeiros dias de praia. A areia faz-lhe
um pouco de confusão nos pés, mas em contrapartida adorou
a água do mar (mesmo fria) e ainda tomou um belo banho ao
colo do papá. Depois ficou na toalha a brincar com o baldinho
e as outras coisinhas da praia encantada e feliz da vida.
Em casa não fica um minuto sossegada,gosta de ver tudo e
tudo lhe serve de brincadeira desde garrafões de água vazios
até ás molas da roupa. Adora brincar na varanda e se percebe
que alguém vai á rua é a primeira a ir para a porta.
Está mesmo muito muito querida.
Agora já vão a caminho de Lisboa. A casa voltou a ficar triste
e silenciosa e eu já sinto saudades, saudades e mais saudades.
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