Adoro aquela velha canção do Antonio Prieto
"La novia". Adoro porque a acho linda, no en-
tanto sempre que a oiço os sentimentos que
me surgem são negativos. Só me trazem á memó-
ria violencia psicológica, não comigo pois na
época em que apareceu o filme/ canção era ainda
uma miúda e pouco percebia de sentimentos ( ou
talvez não) mas com alguém muito próximo.
E ao ouvi-la volto a viver tudo o que nunca vou
esquecer e que fez de mim a pessoa que hoje
sou, com horror a "amarras" a quer ser cada vez
mais livre e liberta. A poder entrar e sair. Sem
questionários, sem horas. É que há coisas que não
se esquecem....
Poder ver o mar todos os dias, vê-lo nas suas variadas
cores e estados é uma coisa que agradeço todos os dias.
Hoje estava calmo, azul esmeralda e lindo.
A minha Mãe ensinou-me a ser livre. Só não me ensinou
ou eu na minha pressa da liberdade não aprendi é que é
preciso ter calma e esperar pela liberdade. Estudar e plani-
ficar é preciso. Depois o caminho está aberto.
Eu fui pelo caminho mais fácil. Mas pronto agora está feito.
Mas fui livre nas minhas escolhas.
Sabes que vi esse filme há muitos anos, no cinema da minha terra? Lembro-me também da canção, que começava assim "Blanca e radiante vai la novia.. Não era mais ou menos isto? A noiva ia casar obrigada.
ResponderEliminarCasamentos sem amor, deve ser um tormento.Felizmente que hoje as coisas já não são assim.
Nada como podermos ser nós a fazer a nossa escolha,podemos não ter sorte, isso acontece, mas foi na altura o que queríamos fazer.
Beijos e boa semana