sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

POR CÁ

O que dizer?
Foram, são dias dolorosos umas vezes mais fáceis outro nem por isso.
Fiquei bastante abalada e agora devagarinho tento reencontrar-me. Sem pressas.
Regressei hoje de casa da filha.
Rezamos a missa do 7º dia na paróquia dela. Uma vez que ela já tinha ido para a sua casa, as netas tinham escola e não fazia sentido faltarem mais dias, achamos que o melhor era eu ir para casa dela e assistirmos à missas juntas.
Entretanto a neta mais nova fez anos no domingo. Para não deixar passar a data houve um bolo e um almoço para os padrinhos e filhos.
Amanhã será a festinha dela, e eu vim para a minha casa. A minha cabeça não está boa para a gritaria de tanta criancinha.
Mas também sinto que preciso de estar sozinha, pelo menos uns dias. Sem falar nos assuntos que preciso tratar.
E por muito que goste de estar com a filha/netas (e gosto muito) a minha casa é a minha casa.

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

RETROCESSOS

Quando escrevi que o marido tinha tido alta hospitalar não escrevi foi que em minha opinião ele ainda não se encontrava  nas condições de saúde necessárias para o regresso a casa.  Qualquer pessoa com olhos de ver facilmente via isso, só quem assinou a alta é que não viu. Não falei com  a médica que lhe deu alta mas falei com um outro médico e disse-lhe que achava que o marido não estava em condições de deixar o hospital. De nada serviu. 
E tal como eu previa passados três dias voltou de novo a ser hospitalizado em estado muito grave. Temi e prepararam-me para o pior. Neste momento está um pouco melhor. Já precisa de menos oxigénio mas tem problemas cardíacos e renais.
Têm sido dias muito difíceis. 

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

NOVEMBRO

E já é Novembro.
O tempo  pelo sul tem estado bastante agradável e o frio é praticamente inexistente. Chuva muito pouca.
O marido já teve alta hospitalar.
Eu,  pouco a pouco vou voltando às minhas rotinas.

terça-feira, 29 de outubro de 2019

MUDANÇA DE HORA

Não gosto nada desta mudança de hora. Ainda estou na versão "hora de verão". Acordo super cedo e fico cheia de sono logo ao início da noite. E chegar a casa já noite escura não é lá coisa que adore. 
Enfim, nada a fazer. 



sábado, 19 de outubro de 2019

OUTONO

Hoje já fez um dia de Outono. Não frio, mas quase sempre cinzento e acompanhado com alguma chuva. Felizmente sem comparação com o Norte onde as grandes chuvadas causaram estragos.
De manhã ainda consegui sair e resolver uma série de coisas que precisavam ser feitas. Consegui fazer tudo e chegar a casa sem chuva. Dali a pouco já chovia bem, chuva essa que se prolongou pela tarde fora. A  verdade é que me soube bem esta tarde em casa. Só faltou o chá e o bolinho.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

ROTINAS

Pouco a pouco vou voltando às minhas rotinas.
O marido continua hospitalizado. Tem havido pequenas melhoras e muitos  recuos. Um dia de cada vez.
Entretanto comecei com as arrumações de Inverno.
Retirei tudo do meu armário, fiz uma selecção do que estava em bom estado e decidi o que era para manter/doar/ e deitar fora. Isto em relação à roupa de verão que entretanto foi lavada e já está toda arrumada.
Neste momento tenho no roupeiro apenas roupa para o Outono uma vez que as roupas de Inverno ainda não apetecem. Por estes lados ainda não faz frio pelo que uma blusa e um casaco leve para usar de manhã e ao final da tarde  é mais do que suficiente. 
Ainda falta a arrumação das gavetas.  
Há muitas mais coisas a precisarem da minha atenção. Como o tempo livre não é muito vou fazendo as coisas com calma e sem stresses.





quinta-feira, 3 de outubro de 2019

EU E A COMIDA

Durante anos tive peso a mais. Não era propriamente gorda mas de tempos a tempos tinha de fazer dieta para não aumentar de peso.  A verdade é que gostava da boa comida.
Depois veio a diabetes e tudo mudou. Emagreci imenso e no fundo comecei a ter medo da comida. 
Voltei a aumentar de peso mas nunca ultrapassei o peso considerado normal. 
Mas comecei a ter uma relação difícil com a comida. Ir a um restaurante e colocarem-me um prato à minha frente cheio de comida afligia-me de tal modo que já não voltava a esse restaurante. Nas férias faço comida para a família mas fico tão stressada que depois em vez de fazer uma refeição normal com a família acabava por almoçar/jantar um iogurte/gelatina/maçã com a desculpa que a comida confeccionada me fazia mal à diabetes. Hidratos de carbono praticamente desapareceram da minha alimentação. Este verão voltei a emagrecer e a médica que me segue marcou-me consulta com o nutricionista. 
Agora a ordem é ingerir 45g de hidratos de carbono por 6 refeições ao longo do dia. Não é fácil, sendo que o pequeno almoço é o pior. Estou a fazer o meu melhor e estou a comer muito mais hidratos de carbono mas ainda não atingi a dose recomendada.  Espero chegar lá. Mas é tudo muito complicado.