sábado, 31 de janeiro de 2015

ENTÃO O QUE FIZESTE HOJE?

E eu respondo: Fazer, fazer, não fiz quase nada.
Levantei-me um pouco mais tarde, cumpri com as rotinas do dia a dia, levei o marido ao cabeleireiro, voltei, tratei do almoço, limpei a cozinha, depois foi a minha vez de ir ao cabeleireiro e o dia passou.
Para trás ficaram algumas coisas que precisavam ser feitas. Não deu. Paciência! Não vale mesmo a pena entrar em stress.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

DETESTO O INVERNO

E não é só por os dias serem pequenos e não ser tempo de praia.
O pior é mesmo o frio. Ando sempre  cheia de frio. No trabalho e em casa. Curiosamente o sítio onde sinto menos frio é na rua quando vou a andar. Visto roupa quente, mas parece ser sempre insuficiente.
Enquanto o calor, salvo quando a temperatura ultrapassa os 30 e muitos graus, não me incomoda, já com o frio é um sofrimento. 
Nestes dias nunca sei o que vestir, pois a prioridade é roupa quente. 
Gostava de ser daquelas pessoas que vestem um vestido, um  casaco quente e já está bem. 
E ainda falta tanto tempo para a chegada dos dias quentes.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

FARO

Já aqui o disse e hoje volto a repetir, Faro capital do Algarve, envelheceu e parou no tempo. Uma pena.
É uma cidade bonita, só que tornou-se triste. Hoje tive de lá ir, como tinha tempo resolvi dar uma volta pela baixa da cidade e práticamente não se viam pessoas na rua. As lojas quase todas fechadas e os cafés e esplanadas vazios. E hoje até estava um dia de sol muito agradável. Entristece-me ver cidades a envelhecer e lojas a fechar. Sei que a abertura de um Centro Comercial à entrada da cidade contribuiu para esta situação. Atenção, eu gosto de Centros Comerciais, mas parece-me que as autarquias antes de autorizarem a sua construção deveriam fazer um estudo para avaliar se a sua abertura seria uma mais valia para as cidades. Ou então arranjarem alternativas para o centro. Mas nunca deixar morrer uma cidade.

domingo, 25 de janeiro de 2015

HOSPITAIS/GRIPES

Ontem levei o marido às urgências do hospital. Um grande susto, que felizmente não passou disso, um susto enorme.
O serviço das urgências estava normal e o atendimento foi bom.
Mas houve  uma situação que me pareceu muito mal.
Estamos no tempo das gripes. O SNS pede para as pessoas evitarem as urgências por causa dos contágios e até aí compreendo. O que não compreendo é porque as urgências do hospital não disponibilizam uma sala de espera apenas para os doentes com gripe. No caso do hospital que fui misturavam tudo, doentes com gripes com outros doentes com outras fragilidades. O caminho certo para uma pessoa com as defesas baixas apanhar também a dita gripe. Parece-me que esta separação vinha beneficiar todos. E não trazia custos acrescidos, antes pelo contrário. Só não compreendo como uma coisa tão simples não é posta em prática principalmente nestes períodos de crise.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Quando compro uma peça de roupa espero que no mínimo dure uma época. Sei que a roupa de uso diário por ter muitas lavagens torna-se com ar gasto mais fácilmente, mas apostar para uma época de durabilidade acho que está dentro do normal.No entanto devo dizer que tenho roupas que me duram muito mais do que isso. Não foi o caso de um casaco e de uma camisola de lã que comprei no início do Outono. Estão cheias de borbotos e parecem que já têm anos de uso. Parece-me que no fim do Inverno já não as vou usar. E isso aborrece-me. Porque não foram tão baratas quanto isso e porque gosto que a roupa dure um determinado tempo. São da Softgrey e já é a 2ª vez que me acontece isto com malhas desta marca. Não volto a comprar mais esta marca embora goste bastante dos modelos.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

NÃO É NORMAL

A 21 de Janeiro ainda ter a sala com as decorações de Natal. O normal é logo a seguir ao dia de Reis, vá lá no sábado seguinte desmanchar e guardar tudo. 
Este ano não foi assim. Por vários motivos não o fiz. Tinha pensado que não passaria do último fim de semana, mas as "princesas" vieram até cá e com elas por perto tinha era de aproveitar a companhia.Não ia perder tempo em arrumações. Claro que podia fazer esse trabalho à noite, depois de chegar do trabalho, mas não me apetece. Tem de ser bem guardado e arrumado, depois tenho de levar para a arrecadação e sinceramente não me dá vontade nenhuma. É um trabalho para ser feito durante o dia e sem pressas. Mas já me irrita olhar para a decoração que no mês de Dezembro gosto e acho alegre e agora já me parece desleixo. Mas a verdade é que às vezes as coisas não são como pensamos e programamos. Há que aceitar e não entrar em stress.