sexta-feira, 28 de novembro de 2014

FARTA

Farta, fartinha de telejornais.
E de tanta corrupção, à mistura com jogos políticos.
Para o cidadão comum o horror, para a comunicação social uma delícia.
Detesto ver o ódio que certas pessoas "cospem" cá para fora.
Nada bonito de se ver.

E como é de novo sexta feira, aproveitem o fim de semana.

domingo, 23 de novembro de 2014

O MAR APRISIONADO NOS TEUS OLHOS

....Porto Santo - uma ilha em que o mar de águas azuis-turquesa vem beijar a áurea praia com a maior ternura, ao mesmo tempo que o vento segreda histórias de longe.

É nesta pacata e pitoresca ilha portuguesa que, em 1936 desembarca o realizador Jorge Brum do Canto com o propósito de gravar a película "A Canção da Terra". Com ele, vinda de Lisboa, chega também a equipa de filmagem da qual faz parte o assistente de realização, Damião. Inevitavelmente, a chegada dos artistas causa burburinho entre as gentes da ilha, desacostumada a estas novidades.Entusiasmada também ficará Pelágia, uma jovem natural da ilha de origens humildes que se deixará encantar pouco a pouco por Damião. Mas será que os dois serão capazes de lidar com o facto de provirem de diferentes realidades?

Mais que um romance, O Mar Aprisionado Nos Teus Olhos é o retrato fiel de costumes e tradições do passado e simultaneamente uma declaração de amor a Porto Santo, uma das ilhas mais bonitas do território português.


Gostei muito. Foi o relembrar do que me era contado pelos meus avós/pais. 
Para os portosantenses mais velhos é o relembrar. Para os mais novos será uma maneira de ficarem a saber mais acerca das suas origens. 
Para "os de fora" é uma maneira de conhecer melhor o Porto Santo e os anos difíceis do princípio do século passado. Recomendo!

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

PREGUIÇOSA EU?

Ás vezes fico a pensar que sou preguiçosa. Outras penso que não.
Na vida profissional não o sou, não tenho a menor duvida. Detesto ter trabalho atrasado e se tal acontecer prefiro trabalhar na minha hora de almoço para avançar com o trabalho. Por outro lado se for preciso trabalhar em feriados ou folgas também o faço, portanto por este lado nada a apontar.
Na minha casa também gosto de ter as coisas organizadas e orientadas.
Mas depois naquelas horas vagas, aí tenho dúvidas. Eu não sou aquela pessoa que aproveita todos os momentos livres para fazer isto e aquilo. Sou mais do género de me sentar a ler um livro a ver revistas ou mesmo  ficar em frente ao pc. Se resolvo fazer um trabalho manual é certo e sabido que levo imenso tempo em o finalizar.Até mesmo para fazer um bolo que já não entra na lista "do necessário" confesso que ás vezes não me apetece só para não sujar o que está limpo. E vendo a coisa por este prisma, sim sou preguiçosa.

domingo, 16 de novembro de 2014

NOVO LIVRO

Entre vários livros que sei que iria gostar a escolha foi para este.

DA NECESSIDADE "DO NOVO"

Abriu uma nova superfície comercial muito perto da minha casa.
Tinha jurado a mim própria que só lá ia depois de passada a fase de "toda a gente" querer ir ver. Mas hoje não resisti e também lá fui espreitar. Depois de analisar o porquê de ir-me enfiar "num mar de gente" cheguei à conclusão que é a falta "de ver coisas novas " que me levou até lá. Apetecia-me ver uma coisa nova, ver livros, beber café num sítio diferente, enfim mudar um  pouco a rotina. Felizmente não estava a loucura que eu esperava. Fiz as minhas compras e bebi o meu café calmamente. O espaço é agradável e como fica mesmo muito perto da minha casa será um local a frequentar (pelo menos até deixar de ser novidade) mas como tem livros parece-me que vai fazer parte dos meus locais preferidos. 
Atenção, não vivo numa grande cidade e até para comprar livros tenho dificuldade. Ultimamente tenho-os comprado através da Wook.
Quando ia muito a Lisboa não sentia esta necessidade "da novidade". Agora sinto e muito.

sábado, 15 de novembro de 2014

BOTAS NOVAS

Hoje de manhã fui ás compras com o marido. Ou melhor fomos comprar uns sapatos de inverno para ele. Normalmente quando é roupa compro sem ele estar, mas com sapatos é diferente. É preciso que ele goste, que sejam confortáveis e que não magoem.  Normalmente os sapatos que ele compra não são nada baratos. Hoje porém foi diferente. Gostou de uns que além de serem confortáveis tinham também um preço muito simpático. Além do preço ser bastante simpático, tinham um desconto de 50%. Parece que é uma nova forma de promoção. Por exemplo estes sapatos estavam com 50% de desconto, mas para a semana voltam ao preço normal sendo o desconto atribuído a outros sapatos.  Marketing. E que fiz eu com a diferença do valor dos sapatos? Guardei? Foi a correr depositar no banco? Nada disso! Comprei umas botas. Giras, quentes e confortáveis. Mas bem mais caras do que os sapatos do marido. De tarde voltei a sair e usei logo as botas novas. São mesmo muito confortáveis. Não serão muito apropriadas para o trabalho, embora pense usar nos dias mais frios, mas são óptimas para os fins de semana. E pronto, sem esperar ganhei umas botas novas, mas devo confessar que estas belezas já me andavam a sorrir desde a montra e a dizerem-me que gostavam muito de vir viver para minha casa.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Em tempos escrevi que ia deixar de comprar malas e malinhas bonitinhas e baratinhas. A verdade é que tenho cumprido. Na Primavera/Verão não comprei nada e governei-me com a "prata da casa".
Agora no Outono comprei apenas um saco (que até nem precisava muito, mas que gosto de usar nos dias em que não trabalho). E parece-me que não vou comprar mais nada pois o que tenho dá para fazer o Inverno. A não ser que encontre uma mala que faça os meus olhos sorrirem. Mas tem de ser de boa qualidade e com um modelo intemporal. E sobretudo que goste mesmo. Enquanto isso não acontecer, não compro nada. Como não preciso, não vou procurar. Mas sei que num dia qualquer encontro. E aí sim, compro sem remorsos.