sexta-feira, 31 de outubro de 2014

HALLOWEEN

A verdade é que prefiro o nosso"Pão por Deus"
Mas os docinhos estão à espera das crianças que costumam tocar à campainha da porta nesta noite.

domingo, 26 de outubro de 2014

DA MINHA FALTA DE JEITO

Comprei um verniz com uma cor muito gira (cor nova de inverno). Só tem um inconveniente, é muito difícil a sua aplicação. E eu que já tenho falta de jeito fiquei com as unhas num horror.
Solução, remover o verniz e voltar a colocar um de mais fácil aplicação. A minha preferência em temos de aplicação vai para a Andreia. Mas também gosto da OPI e da Inocos. A propósito a revista "Telva" deste mês trazia uns vernizes da OPI bem  giros.
E as minhas unhas com a aplicação de um verniz da Andreia, ficaram apresentáveis.

HORA DE INVERNO

Não gosto nada.
Detesto sair de noite do trabalho e chegar a casa ainda mais de noite.
E com a mudança de hora, acabaram-se os meus passeios ao final da tarde depois de sair do trabalho.
Vou sentir-lhes a falta.

sábado, 25 de outubro de 2014

RECORDAÇÕES

Hoje resolvi mostrar este saquinho em prata. É muito antigo e foi-me oferecido por uma tia avó.
Para mim tem um grande valor sentimental. Em criança gostava muito de brincar com ele. Volta e meia estava a pedir o saquinho porque queria ir às compras, ou ir visitar uma amiga ou outra coisa qualquer. A verdade é que esta minha tia alinhava sempre nas minhas brincadeiras. Muitos anos passados, sendo eu já adulta a minha tia sabendo desta minha paixão por este saquinho ofereceu-mo.
Possivelmente alguma das minhas amigas terá um semelhante herdado de alguém da família pois parece-me que nos anos 20 do passado século usavam-se muito.

Em baixo: outra vista do meu saquinho.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

CASA ASSOMBRADA?

Não! Mas eu conto.
Estava só em casa. Estava na cozinha a fazer umas coisas e apenas ouvia o som da televisão. De repente uma espécie de música de fundo. Achei estranho mas continuei o que estava a fazer. Como a música continuava, baixei o som da televisão. Continuava a música portanto não era da tv. Como a minha cozinha dá para a frente de uma residência para idosos e como às vezes vão lá tocar, lá fui à minha varanda ver se a música vinha de lá. Silêncio absoluto. Volto para dentro de casa. Vou ao corredor, a música parece vir da sala. Na sala tenho a tv e demais aparelhos todos desligados. Continuo a seguir o som. Parece que vem de uma das estantes. Mas como, se não tenho lá nada que emita qualquer som? E o som cada vez mais nítido. Parece que vem debaixo de uma revista. Levanto a revista. Era o telemóvel do marido. Não sei que raio é que ele lhe fez. O que eu sei é que era para anunciar a chegada de uma mensagem. E não se calava, se eu não estivesse em casa havia de tocar até se acabar a bateria. A mensagem? Qualquer coisa da vodofone a anunciar uma promoção. E se eu fosse mais de medos tinha fugido de casa a dizer que algo de anormal se passava. Mas sinceramente já não estava a achar muita piada. Mas como em tudo o melhor é procurar sempre a resposta para o que não sabemos. Ás vezes é bem simples. 

domingo, 19 de outubro de 2014

DO FIM DE SEMANA

Bom tempo e calor.
Passeio pela beira mar.
Mas o melhor de tudo foi a visita das "princesas".
Pena ser só o fim de semana.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

A VIDA (VISTA DE FORA)

Hoje falei (por telefone) com uma grande amiga de infância. Somos capazes de estar meses sem falar mas quando voltamos a falar parece que todos os dias nos falamos. No meio de muita conversa vieram queixas da parte dela. Da vida, da revolta que às vezes sente , que a vida dela é uma porcaria pior que todas etc etc. Claro que depois volta ao real e sabe que há vidas mil vezes piores.
Sendo esta minha amiga extremamente católica, soube-me bem ouvir isto. Fez-me sentir menos egoísta, eu que tantas vezes  me revolto. Achava que ela pelo facto de ser católica praticante e de vir de uma família muito mas muito católica aceitava mais facilmente as partidas da vida. Com outra aceitação e sabedoria. Mas afinal todos somos humanos.  

Hoje também soube que uma pessoa da minha família está à beira de acabar o casamento.
Trata-se de um casal que aparentemente tinham tudo para dar certo. Bons empregos, belíssimos ordenados, uma casa gira, férias de verão, férias de Natal, uma ou outra ida ao estrangeiro, alguns fins de semana fora, miúdos num bom colégio. Enfim sempre pensei que aquele casamento fosse para a vida. Parece que não vai ser.

É isto, a vida nunca é aquilo que se vê do lado de fora, ou antes aquilo que pensamos ver.