Estava uma pessoa descansada a gozar este inicio de
noite de fim de semana quando toca o telemóvel.
Número não conhecido, mas pensando que podia ser
qualquer coisa urgente/importante atendi. Afinal era
do meu banco; meu não, mas do banco onde vou colocando
meia dúzia de tostões. Nem sei o que queriam, porque disse
logo, que salvo uma coisa urgente não era hora de incomodar
as pessoas, muito menos no inicio de fim de semana. Do outro
lado, a Senhora que não tem culpa nenhuma pois apenas está
a fazer pela vidinha, lá pediu imensas desculpas. Disse-lhe
que não era nada contra ela, que compreendia que ela estava a
fazer o seu trabalho, mas que não compreendia este tipo de
marketing do Banco. Mas estes tipos (Gestores/Administradores)
não percebem que com este género de abordagem aos clientes só
os afastam? Pela minha parte só me apetece chegar a segunda
feira e arranjar outro Banco que não me aborreça. É que volta
e meia são inquéritos, são tentativas de vendas, "ofertas
de cartões" e sei lá que mais.
Quase que me apetece dar razão aos nossos avós que tinham
o seu dinheirinho dentro da arca ou debaixo do colchão.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
HOJE
Foi dia de consulta do marido.
Desde a saida do Centro de Reabilitação não tem
havido grandes mudanças no que diz respeito a
melhoras. Aparentemente o médico que acompanha
o processo dele no Centro acha que ele iria melhorar
com uns tratamentos em sistema externo 2 ou 3 dias
por semana, ou até mesmo num novo internamento.
Mas, a política do Centro é saber se o paciente quer ou
está disposto a seguir os tratamentos. Ora quando
questionado sobre isto o marido disse que não a tudo.
E conhecendo-o como o conheço vai continuar a dizer
que não. Posto isto, e se é para ter uma melhor qualidade
de vida, não seria preferível não ter a vontade do paciente
em conta? Lembro que quando ele entrou no Centro pela
1ª vez também lhe fizeram a mesma pergunta e ele abanou
a cabeça em sinal de aprovação, mas se fosse o contrário
então ele teria vindo para casa e sem os tratamentos recebidos
possivelmente estava acamado ou em cadeira de rodas.
A minha opinião é que se é para melhor a saúde do paciente
não se deve fazer essa pergunta e só se o paciente recusar de
todos os modos os tratamentos então sim há que respeitar.
Mais, o marido como já aqui escrevi está num centro de dia.
Tenho a certeza que se lhe tivessemos perguntado se queria
ir para lá ele tinha dito que não. Assim não lhe perguntamos,
mostramos dois Centros para onde ele poderia ir e demos-lhe
a opção de escolha. E mesmo sabendo que se ele pudesse
escolher ele tinha dito não, continuo certa que a ida para o
Centro de dia e o estar acompanhado na minha ausencia foi o
melhor para ele.
Não sei se estou certa ou errada, mas em minha opinião há
situações que tem de ser a família a decidir e não o paciente.
Tem nova consulta em finais de Janeiro, até lá tenho de o
convencer que voltar a fazer os tratamentos pode dar-lhe
melhor qualidade de vida.
Desde a saida do Centro de Reabilitação não tem
havido grandes mudanças no que diz respeito a
melhoras. Aparentemente o médico que acompanha
o processo dele no Centro acha que ele iria melhorar
com uns tratamentos em sistema externo 2 ou 3 dias
por semana, ou até mesmo num novo internamento.
Mas, a política do Centro é saber se o paciente quer ou
está disposto a seguir os tratamentos. Ora quando
questionado sobre isto o marido disse que não a tudo.
E conhecendo-o como o conheço vai continuar a dizer
que não. Posto isto, e se é para ter uma melhor qualidade
de vida, não seria preferível não ter a vontade do paciente
em conta? Lembro que quando ele entrou no Centro pela
1ª vez também lhe fizeram a mesma pergunta e ele abanou
a cabeça em sinal de aprovação, mas se fosse o contrário
então ele teria vindo para casa e sem os tratamentos recebidos
possivelmente estava acamado ou em cadeira de rodas.
A minha opinião é que se é para melhor a saúde do paciente
não se deve fazer essa pergunta e só se o paciente recusar de
todos os modos os tratamentos então sim há que respeitar.
Mais, o marido como já aqui escrevi está num centro de dia.
Tenho a certeza que se lhe tivessemos perguntado se queria
ir para lá ele tinha dito que não. Assim não lhe perguntamos,
mostramos dois Centros para onde ele poderia ir e demos-lhe
a opção de escolha. E mesmo sabendo que se ele pudesse
escolher ele tinha dito não, continuo certa que a ida para o
Centro de dia e o estar acompanhado na minha ausencia foi o
melhor para ele.
Não sei se estou certa ou errada, mas em minha opinião há
situações que tem de ser a família a decidir e não o paciente.
Tem nova consulta em finais de Janeiro, até lá tenho de o
convencer que voltar a fazer os tratamentos pode dar-lhe
melhor qualidade de vida.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
DOS SONHOS
No Outono, mais ou menos até meio de Dezembro,
apetece-me viajar. Nesta época sinto saudades dos
aeroportos, de visitar cidades diferentes, de ver coisa
diferentes. Se fosse uma mulher livre e com tempo e
dinheiro, seria esta a época do ano escolhida para
viajar. Não longas estadias, mas fins de semana um
pouco maiores para passear por essas cidades europeias
que me apetece conhecer. E com o Natal a aproximar-se
ainda vivia esse espírito de Natal que tanto gosto. (Este
ano anda um bocado fugido).
Depois mais próximo do Natal seria a altura de ficar por
casa, de preprar o Natal e de gozar a casa. Esta vontade de
estar em casa mantem-se até Março/Páscoa. Aí já começa
a apetecer saidas e fins de semana fora, mas por cá.
Já nos meses de verão ninguém me tirava a praia/piscina.
Se gostava desta vida? Acho que sim. (Se pudesse pelo
menos durante um ano ia experimentar isto).
Mas como não tenho nem tempo nem dinheiro para isto
resta-me sonhar.
apetece-me viajar. Nesta época sinto saudades dos
aeroportos, de visitar cidades diferentes, de ver coisa
diferentes. Se fosse uma mulher livre e com tempo e
dinheiro, seria esta a época do ano escolhida para
viajar. Não longas estadias, mas fins de semana um
pouco maiores para passear por essas cidades europeias
que me apetece conhecer. E com o Natal a aproximar-se
ainda vivia esse espírito de Natal que tanto gosto. (Este
ano anda um bocado fugido).
Depois mais próximo do Natal seria a altura de ficar por
casa, de preprar o Natal e de gozar a casa. Esta vontade de
estar em casa mantem-se até Março/Páscoa. Aí já começa
a apetecer saidas e fins de semana fora, mas por cá.
Já nos meses de verão ninguém me tirava a praia/piscina.
Se gostava desta vida? Acho que sim. (Se pudesse pelo
menos durante um ano ia experimentar isto).
Mas como não tenho nem tempo nem dinheiro para isto
resta-me sonhar.
sábado, 23 de novembro de 2013
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
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